Vítima que precisou provar a própria inocência na Justiça, Geisy Arruda tornou-se um símbolo após usar um vestido rosa - simples, mas que ela considerava "bafônico" - para ir à faculdade e acabar perseguida por alunos aos gritos de puta e vagabunda. Quase dez anos depois, ela acredita que o caso não aconteceria novamente, mas não porque a sociedade evoluiu para aceitar que as mulheres podem usar a roupa que querem, mas porque, para ela, aqueles que julgam e apontam dedos são mais sutis agora.
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